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33 discos do segundo semestre de 2016

Lista apresenta obras de canções e instrumentais do segundo semestre do ano

texto Itamar Dantas

Lista apresenta 33 discos lançados no segundo semestre de 2016. Imagem: divulgação.

Completando a lista de discos nacionais lançados em 2016, o Álbum Itaú Cultural apresenta 33 obras que estrearam no segundo semestre. Somando-os aos 27 álbuns listados pelo site no primeiro semestre, chegamos a 60 discos nacionais mapeados neste ano.

Desta vez, indicamos 23 álbuns de canções lançados na segunda metade do ano e 10 discos instrumentais que ganharam as ruas e as redes. Esta lista não pretende afirmar que tais obras sejam as melhores do ano nem sistematizar valores sobre elas. Trata-se de um guia para apresentar alguns dos grandes músicos brasileiros que, apesar das dificuldades, mantêm suas atividades e sempre trazem novos trabalhos ao mundo.

Acha que está faltando algum disco? Deixe sua opinião nos comentários.

Douglas Germano – Golpe de Vista
Douglas Germano lança o segundo disco solo de sua carreira, Golpe de Vista. No álbum, reúne composições feitas ao longo de sua trajetória embaladas primordialmente por seu violão, cavaquinho, voz e caixa de fósforo. Com as armas que tem à mão, o músico divide suas visões de mundo em letras engajadas, que tratam da violência contra a mulher (“Maria de Vila Matilde”, registrada também por Elza Soares em seu A Mulher do Fim do Mundo, de 2015), do exagero das pessoas em relação ao trabalho (“ISO 9000” e “You S/A”) e da habilidade do brasileiro em lidar com as adversidades, normalmente com metáforas a uma das paixões do compositor, o futebol.

Coletivo Chama – Todo Mundo É Bom
O Coletivo Chama, formado pelos músicos e compositores Thiago Amud, Pedro Sá Moraes, Ivo Senra, Renato Frazão, Thiago de Mello, Fernando Vilela, Sergio Krakowski e Cezar Altai, lança seu primeiro álbum, Todo Mundo É Bom. Com referências da música erudita e eletroacústica, de temas sacros e da música pop, o disco apresenta com sarcasmo personagens reconhecíveis nas redes sociais – odiosos, opiniosos –, em arranjos nada convencionais na canção brasileira.

Tom Zé – Canções Eróticas de Ninar
Em Canções Eróticas de Ninar, Tom Zé fala sobre sexo. Para isso, visita sua infância e as formas como o sexo era tratado em sua juventude. O cantor discute diferentes temas, como o orgasmo e o prazer, em 14 canções. Na música “Dedo”, faz uma ponte entre a atualidade e os versos eróticos de Carmina Burana encontrados em um convento na Idade Média; em “USP x GV”, ironiza a relação de alunas de duas grandes faculdades paulistas, com participação especial da cantora Vange Millet.

Meno del Picchia – Barriga de 7 Janta
Em seu terceiro álbum solo, Meno del Picchia conta a história de Dico, seu primo sapateiro que virou andarilho nos arredores da pequena cidade de Ipaussu, no interior paulista. O nome da obra conceitual é uma expressão que o músico ouviu em São Paulo, referindo-se a alguém muito magro, cuja barriga só recebeu sete jantas na vida.

Juliana Perdigão – Ó
Segundo disco da musicista mineira Juliana Perdigão, Ó apresenta as diferentes facetas de sua formação artística. Mineira radicada em São Paulo, a flautista, clarinetista e claronista viaja entre composições próprias e de parceiros como Kiko Dinucci, Kristoff Silva, Makely Ka, Ava Rocha, Guilherme Held, Negro Leo, Luiz Gabriel Lopes, Clima, Ná Ozzetti e Nuno Ramos. Com produção de Romulo Fróes, Juliana ironiza a tradicional família mineira nos versos “Chuta / Chuta a família mineira”.

Wado – Ivete
O cantor e compositor Wado lança o nono álbum de sua carreira, inspirado em ritmos baianos. O título da obra remete à cantora-ícone Ivete Sangalo. No álbum, Wado apresenta canções de pegada pop baseadas no axé e no ijexá e faz uma releitura de “Filhos de Gandhi”, de Gilberto Gil, além de parcerias com Zeca Baleiro, Momo, Marcelo Camelo, Dinho Zampier (Figueroas), Alvinho Lancelotti e Thiago Silva, do Sorriso Maroto.

Serena Assumpção – Ascensão
Disco póstumo da filha mais velha de Itamar Assumpção, Ascensão apresenta 13 canções de Serena Assumpção, entre composições próprias, tradicionais e parcerias com Gilberto Martins. O álbum – com inspiração nos orixás a partir da vivência religiosa de Serena no Santuário da Irmandade do Ilê de Pai Dessemi de Odé – tem a participação de artistas contemporâneos, como Céu, Curumin, Karina Buhr, Metá Metá e Anelis Assumpção, irmã da cantora.

Laya – Laya
O primeiro disco solo da cantora Laya tem verve tropicalista e alma feminina. Para essa estreia, Laya reuniu canções de sua autoria e de autores parceiros, dando destaque à sua veia de intérprete, cultivada ao longo dos anos à frente da banda O Jardim das Horas. Com produção de Maurício Tagliari, o álbum aposta em uma construção sonora próxima ao universo do tropicalista Jards Macalé, com gravações ao vivo, muitas vezes com os músicos tocando pela primeira vez juntos.

Patrícia Bastos – Batom Bacaba
Sexto disco da cantora amapaense Patrícia Bastos, Batom Bacaba tem direção musical de Dante Ozzetti e apresenta ritmos do Amapá, como o batuque, o marabaixo e o cacicó, em canções de compositores do Norte do Brasil, como Joãozinho Gomes e Paulinho Bastos, e também dos paulistas Dante Ozzetti e Luiz Tatit.

Sérgio Pererê – Viamão
O músico e compositor mineiro Sérgio Pererê lança o quinto álbum de sua carreira, Viamão. Viabilizado pelo Natura Musical, o disco apresenta suas composições embaladas pelos tambores africanos do grupo argentino No Chila, com o encontro das heranças banto, iorubá e mandinga na América Latina.

Charlie e os Marretas – Morro do Chapéu
Em Morro do Chapéu, a banda Charlie e os Marretas se aproxima do universo pop dançante, incluindo ritmos como a cumbia, o funk carioca e o rock ‘n’ roll. Gravado nos estúdios Canoa e Red Bull Station, o disco apresenta a fusão de referências musicais diversas do grupo, unidas pelos fios condutores dançantes e pop do funk e de ritmos latinos e brasileiros.

Gustavo Galo – Sol
Segundo disco solo de Gustavo Galo, Sol apresenta composições recentes do músico. Com repertório majoritariamente autoral, a obra também traz releituras de canções de Lirinha e Dan Maia (“Ah se Não Fosse o Amor”), Jorge Mautner e Nelson Jacobina (“Salto no Escuro”) e Luís Capucho (“Pra Pegar”). Entre as parcerias estão “Pra Te Tocar”, com Marcelo Segreto, “Um Barato”, com Júlia Rocha, e “Tenra Terra”, com Iara Rennó e Gustavo Cabelo.

Arthur Verocai – No Voo do Urubu
Músico e arranjador reconhecido internacionalmente depois de ter seu disco de 1972 redescoberto por pesquisadores e rappers mundo afora, Arthur Verocai lança o quarto álbum de sua carreira, após um hiato de oito anos sem um disco de inéditas. Na nova obra, conta com interpretações de Mano Brown, Seu Jorge, Danilo Caymmi, Criolo e Lu Oliveira. Em “Minha Terra Tem Palmeira”, Verocai  trabalha sobre letra de Paulinho Tapajós (1945-2003). “Minha Terra Tem Palmeira” é uma parceria póstuma de Verocai sobre letra de Paulinho Tapajós (1945-2003).

Zé Manoel – Delírio de um Romance a Céu Aberto
Em seu terceiro disco solo, Zé Manoel afirma-se como compositor. Fafá de Belém, Ana Carolina, Elba Ramalho, Ná Ozzetti, Ayrton Montarroyos, Arthur Nogueira e Tiganá Santana emprestam a voz às composições melódicas do pernambucano, registradas como nasceram, ao piano, eventualmente com arranjos de cordas. Uma parceria com a cantora Vanessa da Mata – interpretada pelo próprio Zé Manoel – dá nome ao disco.

Marcelo Pretto – Boi
Cantor de longa trajetória ao lado de bandas como Barbatuques e A Barca, Marcelo Pretto apresenta seu primeiro disco solo, no qual lança um olhar contemporâneo sobre um dos mais ricos gêneros populares brasileiros, o bumba meu boi. Com produção de André Magalhães, o álbum traz a participação de artistas ligados às tradições afro-brasileiras, como os paulistas Kiko Dinucci e Douglas Germano, o baiano Letieres Leite e o maranhense Roberto Ricci, além do compositor e arranjador português Mario Laginha.

Paulão – Faz Escuro Mas Eu Canto
O músico e compositor Paulão lança seu primeiro álbum solo, apresentando canções de sua autoria produzidas nos últimos três anos. O nome da obra faz referência ao poema mais conhecido do poeta Thiago de Mello, lançado em 1965 como resposta ao governo ditatorial. No disco de Paulão, no entanto, são as experiências pessoais que trazem a referida escuridão para a qual o canto é o melhor remédio. Com musicalidade apoiada em ritmos afro-brasileiros (samba-rock, samba, afoxé, hip-hop), o músico narra dramas pessoais permeados com alusões a clássicos da literatura, como Odisseia, de Homero, que é referência para duas canções: “Canto das Sereias” e “Penélope” – entrelaçando a narrativa histórica com fatos de sua vida.

Filarmônica de Pasárgada – Algorritmos
Em seu terceiro disco, a Filarmônica de Pasárgada discute as relações sociais a partir de estruturas apresentadas na internet. Assim, o álbum navega por aspectos distintos da realidade virtual, criando uma relação entre questões da internet e questões da realidade, retratando o amor, as inseguranças e a estrutura aleatória da vida e das redes.

Kika – Navegante
Em Navegante, Kika desafia o ouvinte a repensar a própria existência. Para isso, fala de escolhas e de devaneios em meio ao cotidiano que faz com que a pessoa perca tempo com coisas não tão importantes. Produzido por Victor Rice, o segundo trabalho da cantora percorre composições de sua autoria e de Chico Buarque e Tom Jobim (“Imagina” – incidental em “Navegante”), João Donato e Lysias Ênio (“Flor de Maracujá”) e Danilo Monteiro (em “De Noite Desconfia”), além de trazer sua parceria com a também cantora e compositora Tika (“Pra Ficar na Tua Vida”) e com Fernando TRZ e Bruno Morais (“Janela”).

O Terno – Melhor do que Parece
Em seu terceiro álbum, a banda O Terno entrega um som forjado em melancolia e alegria, com baladas românticas, letras existenciais e bem-humoradas, trazendo a sonoridade pop de veia roqueira do trio. O grupo é formado atualmente pelos músicos Tim Bernardes (guitarra, composição e voz), Gabriel Basile (bateria) e Guilherme D’Almeida (baixo).

César Lacerda e Romulo Fróes – O Meu Nome É Qualquer um
No encontro entre os músicos e compositores César Lacerda e Romulo Fróes, a química foi praticamente instantânea e, em sete meses, eles se conheceram, compuseram juntos e lançaram o disco. Na obra, um personagem percorre o Brasil tocando em assuntos contemporâneos, como o problema racial, o terceiro sexo, as redes sociais, o assassinato de crianças negras na favela, o amor e a morte.

Mano Brown – Boogie Naipe
Vocalista do Racionais MC’s, grupo de hip-hop divisor de águas na música popular brasileira contemporânea, Mano Brown quer falar de amor em sua estreia em disco solo. Com produção de Lino Krizz, o álbum é inspirado na cena da black music da Motown e de artistas como Marvin Gaye, em 22 canções com a participação de boa safra de músicos nacionais ligados a esse gênero, entre eles Wilson Simoninha, Seu Jorge, Hyldon, Max de Castro, Carlos Dafé e Ellen Oléria.

Dandara e Paulo Monarco – Dois Tempos de um Só Lugar
A cantora Dandara une-se ao compositor e cantor Paulo Monarco no álbum Dois Tempos de um Só Lugar. No repertório estão canções de Paulo Monarco e parceiros como Zeca Baleiro, além de outros compositores, como Maurício Pereira, Túlio Borges, Bernardo Bravo, Du Gomide e Celso Viáfora. O álbum tem produção de Swami Jr. e Tó Brandileone.

O Exótico Quark Encanto – O Exótico Quark Encanto
A banda O Exótico Quark Encanto é formada por Arthur Boscato (guitarra e vocal), Filipe Maliska (bateria), Jeff Nefferkturu (baixo) e Carlos Schmidt (trombone). Nas composições de Boscato e Maliska, com letras de Giulia Baretta, os músicos exploram novas possibilidades sonoras através do uso de um quarto de tom, diferentes subdivisões de pulsos regulares e letras buscando os limites da compreensão humana.

Instrumentais

Letieres Leite – A Saga da Travessia
Inspirada na diáspora negra pelo mundo, a Orkestra Rumpilezz, de Letieres Leite, lança seu segundo álbum, A Saga da Travessia. Misturando elementos musicais da cultura afro-brasileira com a estética do jazz, o disco inicia com a trilogia “Banzo”, que homenageia, em três atos, a viagem intercontinental dos negros africanos escravizados ao Brasil.

Dante Ozzetti – Amazônia Órbita
Para a criação de Amazônia Órbita, o músico e arranjador Dante Ozzetti percorre o universo rítmico da região amazônica. Passa pelo lundu indígena, pelo samba de cacete, pelo marambiré e pelo carimbó chorado, em versões instrumentais de dez composições suas executadas por orquestra.

Hurtmold e Paulo Santos – Curado
Foi em 2008 que a banda paulistana Hurtmold e o músico mineiro Paulo Santos se encontraram no palco pela primeira vez. Criado em 1998, o grupo Hurtmold traz uma música apoiada na cozinha roqueira de guitarra, bateria, sintetizadores e baixo com a sonoridade de marimbas, vibrafones e percussão. Paulo Santos, por sua vez, apresenta os timbres dos instrumentos que construiu ao longo dos anos e que demarcam sua experiência de 37 anos com o Uakti, grupo mineiro que encerrou as atividades em 2015. Para o disco Paulo traz darbuka, saxtubo, cacho de PVC, trimi, berimcéu, kalimba elétrica, flauta de PVC, tubo em lã, erhu e flauta de bambu.

Vitor Araújo – Levaguiã Terê
Em seu segundo trabalho solo, o pianista Vitor Araújo apresenta em dois discos 14 composições e 2 longas peças orquestrais, com obras como “Toque”, dividida em seis faixas, e “Canto”, também em seis temas, acrescidas de “Rotunda/Espelho” – que fecha o primeiro disco – e “Espelho/Rotunda” – que abre o segundo. Primeira vez em que o pianista escreve para formação orquestral, o álbum apresenta sua visão para o sincretismo cultural brasileiro, baseando-se no entrelaçamento de tradições indígenas, afro-brasileiras e europeias.

Gian Correa – Remistura 7
Na continuação de seu projeto Mistura 7, Gian Correa mantém sua formação inusitada para o violão de sete cordas, colocando-o ao lado de um quarteto de saxofones. Caraíva, na Bahia, é homenageada em três movimentos: “No Boteco do Pará”, “Na Cachaçaria” e “No Forró do Pelé”. O grupo é formado por Josué dos Santos (sax soprano), Vitor Alcântara (sax alto), Jota P. Barbosa (sax tenor) e César Roversi (sax barítono), além de Rafael Toledo (pandeiro).

Nó em Pingo d’Água – Sambantologia
No centenário do samba, o grupo Nó em Pingo d’Água – formado pelos músicos Celsinho Silva (percussão), Rodrigo Lessa (violão e bandolim), Mário Séve (sopros) e Rogério Souza (violão) – percorre temas que marcaram a história desse ritmo no Brasil. A partir de consultas aos estudiosos Sérgio Cabral e Carlos Didier, o repertório passa por composições clássicas, como “Pelo Telephone” (Donga/Mauro de Almeida), e temas de Noel Rosa (“Conversa de Botequim”, parceria com Vadico), Tom Jobim (“O Morro Não Tem Vez”, com letra de Vinicius de Moraes) e Moacir Santos (“Nanã”, parceria com Mário Teles).

Macaco Bong – Macaco Bong
O power trio cuiabano formado pelos músicos Bruno Kayapy (guitarra), Ynaiã Benthroldo (bateria) e Ney Hugo (baixo) lança seu quarto álbum. Com riffs de guitarra marcantes e de timbre pesado e rasgado, o grupo desenha uma atmosfera psicodélica baseada no rock ‘n’ roll, com pitadas de ritmos como o baião (“Baião de Stoner”) e inspirações como a poesia de Paulo Leminski (“Distraídos Venceremos”).

IFÁ – Ijexá Funk Afrobeat
Primeira banda de afrobeat de Salvador, a IFÁ une ritmos baianos de origem afro-brasileira, como o ijexá, ao afrobeat de Fela Kuti. Formado em 2013, o grupo traz em seu disco de estreia nove temas inéditos, com destaque para “Quintessência”, concebida pelo maestro Letieres Leite, da Orkestra Rumpilezz, que participa nessa faixa. O álbum tem a participação do percussionista Gabi Guedes, dos guitarristas Robertinho Barreto – da Baiana System – e Junix, e do trompetista Guiga Scott.

Arthur Dutra e Zé Nogueira – Encontros
No disco Encontros, o vibrafonista Arthur Dutra e o saxofonista Zé Nogueira registram obras de Tom Jobim, Guinga, Anouar Brahem e Didier Malherbe. Além dessas versões, quatro composições de Dutra têm o subtítulo “Encontro”, criadas durante uma residência artística em Paris com o sax de Zé Nogueira em mente. O álbum conta com a participação de Guinga, do baixista Bruno Aguiar, do percussionista Marcos Suzano e da cantora Lorrah Cortesi.

Alexandre Ribeiro – De Pé na Proa
Alexandre Ribeiro usa o clarone e o clarinete para interpretar obras autorais com o uso de efeitos a partir de um pedal Loop Station e de um harmonizador TC-Helicon. Afastando-se do universo do choro, com o qual vinha se identificando em seus últimos trabalhos, o músico gravou o álbum apenas com os sons de seus instrumentos de sopro, em composições dedicadas a seu pai (“Andarilho” e “De Pé na Proa”) e aos filhos (“Lau e Joji”) e também de inspiração folclórica (“Canto das Almas”).

  1. Faltou Liniker com o álbum “Remonta”

    | Tatiana

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